Tente, se errar, tente novamente. Se pensar em desistir, desista de pensar em desistir e continue acreditando. Quando estiver cansado, respire, se imagine onde deseja estar. Confie. É preciso confiar em si mesmo..

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Nosso amor..



!! 3 anos !!



Abençoado amor… que chegou de mansinho.



Me envolveu em seus carinhos como uma fina teia



Rompendo suave e persistente as minhas barreiras.


Vencendo meus medos e receios tolos..



Abençoado e louco amor.



Que fez do meu corpo o seu porto seguro



Da minha alma. a cúmplice dos seus devaneios


Dos nossos desejos… A partilha de nossos sentimentos…



Abençoado amor. que descompassa meu coração


quando pousa seu olhar em mim.


Arrepia a minha pele quando me toca.


Me emociona quando me aperta em seus abraços


E me diz que me ama e quer passar o resto de sua vida ao meu lado!

domingo, 24 de outubro de 2010

Terapia da Escrita

    
    Desde que somos alfabetizados, lá pelos 6 anos de idade, escrevemos bilhetes, cartas, cartões, redações, diários, agendas, já escrevemos palavras de amor e também de ódio em número suficiente para encher todo um dicionário e formar enciclopédias de 20 volumes. Além de passar de ano na escola e mandar uma cantada para o rapaz da mesa ao lado, escrever é e sempre será uma bela forma de desabafar, botar para fora os sentimentos que não cabem no peito e se transformam em palavrinhas, às vezes, em palavrões! Falamos com pessoas que, cada uma a seu modo, como eu, usam a escrita como porta-voz do coração.
    Na infância e na pré-adolescência, muita gente faz do diário um grande amigo, capaz de guardar os maiores segredos e não contar nunca pra ninguém! É uma auto-análise, botar no papel ajuda a processar qualquer coisa pela qual eu esteja passando. Escrever faz com que eu me distancie um pouco e tenha outro ponto de vista, o que sempre ajuda..  é meu confidente, um lugar onde posso dizer o que penso e o que sinto. 
    Quando falo de alguma coisa mais secreta, às vezes uso metáforas, símbolos, analogias... E as pessoas das quais escondia o diário (pais, principalmente) continuam "não os lendo", ou seja: quando o fazem, fazem sem que a gente saiba, como naquela época... rrs
"Abrir o coração numa página virtual ou de papel pode ser revelador.."

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O mito da Mulher fácil ..



Com uma trajetória tão antiga quanto a condição feminina, ela assombra meninas recatadas, é fonte de diversão para alguns homens e assunto comum em momentos de tricô envenenado sobre a vida alheia. Afinal, quem não conhece ou não foi mulher fácil algum dia na vida?
Elas estão por aí, devidamente rotuladas e, claro, com suas muitas razões de ser: carência, insegurança, desprendimento de convenções sociais etc. Quem pensa que é mole essa vida de critérios flexíveis se engana. É muito difícil ser mulher fácil. A começar pelo julgamento externo.

Além de encarar o julgamento social, a mulher fácil é um imã de enrascadas, justamente porque a exigência não é seu forte. O que pode acabar ferindo essa mulher e causando-lhe alguma espécie de trauma sentimental é a falta de critérios. Se envolvendo com qualquer um, sem grandes escolhas, além do prejuízo à imagem social, ela pode passar por situações muito difíceis..
É preciso estar satisfeita com suas convicções para se sentir segura. Isso é fundamental para que não acabe se anulando ou jogando fora grandes oportunidades de ter contato com seu mundo interno e compreender melhor seus objetivos de vida!
Reflita..

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dualidade


       Companheirismo, qualidade difícil de se encontrar numa época em que o individualismo predomina. Acho que o mundo moderno desaprendeu o “estar com alguém” e, em seu lugar, exerce uma busca de independência na relação, para mascarar a forte necessidade de vencer a solidão...

       Saber ser companheiro de alguém é uma arte que se baseia na maturidade conseguida. Maturidade que permite que se esteja junto, sem querer dominar ou ter um poder sobre o outro, que nos possibilita ser diferente de alguém e, apesar disso, aceitar e respeitar essa diferença.

     Como outras coisas na vida, a dualidade aqui também se faz presente: o companheirismo nasce e se desenvolve na relação, se alimenta dela e da crença de que somente convivendo é que me tornarei, antes de tudo, companheiro de mim mesmo.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

DeduçãO




Não acabarão nunca com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente... Acredite!


Recomendo a comédia romântica "Amor a distância" com Drew Barrymore